Traição na política tem efeito colateral... e forte!
Para conhecermos as consequências da traição, não é preciso ler as imortalizadas obras literárias: Otelo e Iago, Tiradentes e Silvério, César e Brutus, Jesus e Judas...
Na política, a prática tem mostrado que a consequência é ainda mais rápida e amarga, posto que existe um tal de voto que - ô arma forte!
É o que temos visto, exemplos não faltam na nossa região:
Antônio Martins: Zé Júlio fez Edmilson Prefeito em 2008 e este rapidinho se tornou inimigo declarado de Zé Júlio. Resultado: Os dois se enfrentaram em 2012 e Zé Júlio deu de cambão em Edmilson;
Tenente Ananias: Em 2004, a então prefeita Maria José indica Maíra para lhe suceder. Eleita com o prestígio político da Prefeita Mazé e de Dr. Kerginaldo, Maíra logo se torna opositora deles. Mas como 4 anos se passam logo, em 2008 Mazé enfiou 1.205 votos de maioria contra o candidato lançado por Maíra;
Estado: Henrique Alves, a então terceira maior autoridade política do país, tratou o povo como mercadoria, aliando-se a 127 Prefeitos, 7 ex-Governadores, 3 Senadores, e, na maior articulação política da história, perdeu feio para Robinson, homem que teve o povo como bandeira de campanha;
Pau dos Ferros: Leonardo Rêgo insistiu no apoio a Henrique para governador, contrariando a decisão do seu povo que, em reunião dirigida por ele, decidiu apoiar Robinson. Resultado: derrota de mais de 4.000 votos;
Marcelino Vieira: Iramar e Ferrari, achando que eram os legítimos proprietários da Prefeitura do município, não bastassem os 8 anos de Iramar no cargo de Prefeito, que teve direito a reeleição e que apoiou a reeleição de Ferrari, traíram a guerreira Arli, retirando da mesma o direito a reeleição de Vice-Prefeita, tudo isto para botar sua esposa. Não deu outra. O povo respondeu ferozmente e o resultado ainda é amargado por eles até o momento;
Não há segredo, gente. O povo está aprendendo a votar! O eleitor, sozinho na cabina, ele e a urna eletrônica somente, sem filmagem, sem foto, sem celular, sem blog, é tiro certeiro de canhão naqueles que não respeitam o povo, numa espécie de grito, simbolizado pela sonorização da urna: ♪ti li li li lim♪

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