ESTÁ CHEGANDO A HORA...
É preocupante o desrespeito a que assistimos nos meios
políticos do nosso país. Não tão aos poucos, vamos perdendo o orgulho que
tínhamos de ser brasileiros. Mas é aí que devemos mostrar nosso respeito por
nós mesmos. E quando nos respeitamos não nos deixamos levar pelos que não se
respeitam. Votamos, elegemos e não aprendemos. Continuamos no mesmo barco
furado da ignorância política. Elegemos políticos nada cidadãos e acabamos
pagando o pato do desmando. E quando crescemos culturalmente, descobrimos que
nosso desprezo pelos desonestos não passa de mera fanfarra. Porque, afinal,
somos nós os responsáveis por eles. Começamos por pensar que as eleições
passaram e que tudo não passou de uma passeata pelas urnas. E é aí que caímos
no lamaçal do pântano da desonestidade.
Continuamos elegendo políticos que são reconhecidos como fichas-sujas, mas não estamos nem aí, porque a justiça está aí, mas não se apresenta. A bandidagem nas ruas está tomando conta do país. Mas mais importante é que não deixemos que ela tome conta de nós. Então vamos fazer nossa parte. Não nos permitamos cair na esparrela de servir como títeres de desonestos. Não precisamos reclamar nossos direitos quando somos pessoas direitas. Quando somos não precisamos dizer que somos. Ir para as ruas gritar, quebrar e bagunçar não é o caminho usado por pessoas civilizadas e competentes. Nossos direitos devem ser defendidos pelos políticos que elegemos. Nós os elegemos para isso.
A política é o esteio. Sem ela não seremos nada. Ela está presente em todas as atividades sociais. E se é assim, não podemos ignorar nossa responsabilidade ao eleger nossos dirigentes; eles não são mais do que servidores públicos a serviço do público, independentemente do cargo que ocupam. Nunca se julgue inferior, para que você possa se respeitar como cidadão responsável e orgulhoso do seu País, do seu Estado e do seu Município. Nunca vote num candidato que já foi condenado que já foi da oposição e criticava a situação duramente e que hoje come do mesmo prato e políticos que durante seu mandato anterior, foram acusados de corrupção. Se você votar neles, você estará sendo tão corrupto quanto eles.
Só teremos mais alguns meses pela frente para enfrentar novo processo eleitoral. E lá iremos nós, caminhando pelas mesmas veredas tortuosas da ignorância política. Vendendo nossos votos, como se fossem sucata da nossa dignidade enferrujada. E quando ela enferruja desvai-se e caímos no lamaçal de indignidade. E o que vende é tão indigno quanto o que compra. Pense nisso.
Continuamos elegendo políticos que são reconhecidos como fichas-sujas, mas não estamos nem aí, porque a justiça está aí, mas não se apresenta. A bandidagem nas ruas está tomando conta do país. Mas mais importante é que não deixemos que ela tome conta de nós. Então vamos fazer nossa parte. Não nos permitamos cair na esparrela de servir como títeres de desonestos. Não precisamos reclamar nossos direitos quando somos pessoas direitas. Quando somos não precisamos dizer que somos. Ir para as ruas gritar, quebrar e bagunçar não é o caminho usado por pessoas civilizadas e competentes. Nossos direitos devem ser defendidos pelos políticos que elegemos. Nós os elegemos para isso.
A política é o esteio. Sem ela não seremos nada. Ela está presente em todas as atividades sociais. E se é assim, não podemos ignorar nossa responsabilidade ao eleger nossos dirigentes; eles não são mais do que servidores públicos a serviço do público, independentemente do cargo que ocupam. Nunca se julgue inferior, para que você possa se respeitar como cidadão responsável e orgulhoso do seu País, do seu Estado e do seu Município. Nunca vote num candidato que já foi condenado que já foi da oposição e criticava a situação duramente e que hoje come do mesmo prato e políticos que durante seu mandato anterior, foram acusados de corrupção. Se você votar neles, você estará sendo tão corrupto quanto eles.
Só teremos mais alguns meses pela frente para enfrentar novo processo eleitoral. E lá iremos nós, caminhando pelas mesmas veredas tortuosas da ignorância política. Vendendo nossos votos, como se fossem sucata da nossa dignidade enferrujada. E quando ela enferruja desvai-se e caímos no lamaçal de indignidade. E o que vende é tão indigno quanto o que compra. Pense nisso.
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