Henrique e Agripino aparecem na lista da Odebrecht como “parceiros históricos”
quarta-feira, 23 de março de 2016

Nos arquivos divulgados pela força tarefa da Operação Lava jato nesta
quarta-feira (23), que fizeram a temperatura no parlamento Brasileiro
atingir o máximo, e que citam 200 políticos Brasileiro como
beneficiários de repasses por parte da construtora Odebrechet, quatro
parlamentares do RN são citados. O ministro do Turismo, Henrique Eduardo
Alves (PMDB), tratado pela companhia como “parceiro histórico”, aparece
em duas planilhas, ambas com valores totais de R$ 1 milhão. Em uma
delas, o valor está atribuído ao “sponsor” (expressão que significa
patrocinador do projeto) INFRA; na outra, o valor é compartilhado entre
BRK e INFRA.

O senador José Agripino Maia, presidente do DEM, também “histórico”,
aparece em uma lista como destinatário de R$ 200 mil, atribuído ao
sponsor INFRA; e em outra, compartilhado com o senador Garibaldi Alves
Filho (PMDB), no valor de R$ 100 mil, previstos para pagamento em 2012,
sem confirmação nem fonte dos recursos.

Já o deputado federal Rogério Marinho (PSDB), consta de lista de
pagamento de R$ 150 mil em 2012 e previsão de R$ 350 mil para 2014. Os
12 arquivos disponibilizados pelo Blog Fernando Rodrigues, do UOL,
incluem anotações diversas manuscritas, textos, e-mail e planilhas e
lista de todo o material apreendido.
NOTA DE HENRIQUE ALVES
Sobre a citação do ministro na lista de doações da Odebrecht -(Documentos da Odebrecht listam mais de 200 políticos e valores recebidos),
cabe esclarecer que todos os valores recebidos pelo então candidato
Henrique Eduardo Alves e ao PMDB-RN foram regulares e constam na
prestação de contas apresentadas à Justiça Eleitoral.
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